Há várias estratégias: baixar o preço é uma das mais arriscadas e nós não recomendamos, investir em publicidade é uma saída, mas pode comprometer seus lucros se não fizer com bastante planejamento, melhorar o seu produto é sempre um excelente caminho a tomar, mas nos dias de hoje é uma obrigação, não é?
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Com as crises política e econômica que afetaram o Brasil nos últimos anos, os pequenos negócios foram diretamente abalados. Entre 2013 e 2017, 98.490 micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) fecharam suas portas, reduzindo em 7,1% a quantidade de estabelecimentos que atuam no varejo. No mesmo período, o recuo das grandes empresas do segmento foi de 3,8%.
Para compreender melhor como o setor está atualmente e o que esperar dos próximos anos, a FecomercioSP produziu um estudo exclusivo, o Raio X das Micros, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) do comércio varejista, com base na Pesquisa Anual do Comércio (PAC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Após a extração e a atualização dos dados relativos ao segmento das MPMEs na publicação, os economistas da Federação calcularam os impactos desse segmento sobre a estrutura do comércio.
Esse perfil de empresas com até 19 funcionários corresponde a 96,7% das empresas do setor e, em 2017, somavam 1,285 milhão de estabelecimentos. A receita operacional líquida do varejo brasileiro, até 2017, não retornou aos patamares de 2013, apresentando queda de 4%. Contudo, o faturamento das MPMEs registrou leve aumento real de 1,3%, que também pode ter ocorrido em parte como consequência da “migração” de empresas de grande porte para o grupo de pequeno porte, após redução do quadro de pessoal para menos de 20 funcionários.
Mas a causa fundamental se encontra no comportamento das famílias brasileiras durante a crise, que priorizaram o consumo de bens essenciais (alimentos, medicamentos e produtos de higiene) e adiaram o consumo de bens duráveis (veículos, móveis, eletrodomésticos, entre outros). Consequentemente, segmentos varejistas como supermercados e farmácias e perfumarias cresceram, mesmo em um ambiente de crise, enquanto as atividades de veículos, eletrodomésticos, materiais de construção e móveis viram suas vendas caírem.
No mesmo período, a receita operacional líquida das grandes empresas, por sua vez, recuou 6,7%. Assim, a participação das MPMEs no faturamento geral do varejo cresceu 1,8 ponto percentual (p.p.), atingindo 35,5% do total (R$ 724,3 bilhões).
O impacto contundente da recessão de 2014–2016 atingiu de forma muito mais aguda o segmento das MPMEs, deixando claro sua fragilidade diante desses momentos negativos. Essa situação deixa claro a necessidade de se avançar ainda mais sobre a agenda de simplificação e desburocratização dos procedimentos administrativos e tributários para o segmento. Com isso, espera-se que seu inegável potencial possa contribuir de forma plena para a economia do País.
Para a FecomercioSP, o ambiente empreendedor no Brasil que tem avançado desde 2018, conta com medidas como a simplificação tributária para criar novas oportunidades de negócios. Assim, a Instituição tem promovido várias ações em prol de um ambiente menos burocrático, seja com apoio a projetos relevantes para as empresas, seja com propostas de autoria própria em diversas frentes.
26% dos internautas brasileiros possuem ao menos um aplicativo de desconto instalado em seu smartphone. Destes, 71% possuem ao menos um aplicativo de supermercado. É o que revela uma pesquisa do IBOPE Conecta, que mostra que em um ano esse percentual aumentou 15 pontos percentuais, já que em 2018, 56% possuíam apps de supermercado.
A conveniência e a praticidade de fazer compras de supermercado online vêm crescendo entre os brasileiros. De acordo com o estudo da empresa de pesquisa de mercado CVA Solutions Varejo Alimentar, 20% dos consumidores brasileiros fazem compras por meio de aplicativos de supermercados. Isso representa um grande crescimento, pois em 2017 o percentual era de menos de 10%. A avaliação do setor por apps vem crescendo, estando em 8, 51, décimo lugar entre 50 segmentos pesquisados. Em 2018, a nota era 8,39.
Os supermercado regionais e os atacarejos oferecem a melhor relação custo benefício entre as empresas de varejo alimentar que operam no país, na opinião dos brasileiros. A conclusão faz parte de um estudo sobre o setor realizado pela empresa de pesquisas de mercado CVA Solutions, subsidiária da americana CVM Inc.
Notícias recentemente publicadas na imprensa revelam que o consumo das famílias brasileiras, responsável por quase dois terços do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, tem sido o principal motor da aceleração da atividade econômica do segundo semestre deste ano. Se for mantido esse ritmo em 2020, a expectativa é que este seja o principal responsável para o retorno do Brasil aos níveis verificados antes da recessão.
Esse movimento está alinhado a dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que revelou recentemente que o setor supermercadista brasileiro faturou R$ 355,7 bilhões em 2018, representando 5,2% do PIB, contemplando mais de 89 mil lojas e 1,8 milhão de funcionários.
A associação também destaca que o Brasil é o país do varejo de supermercados, contando tanto com mercadinhos familiares de bairro como com cadeias com força regional. Mais da metade (60%) dos varejistas que mais cresceram comercializam alimentos. Entre as 10 companhias que mais abriram lojas, 7 são do segmento alimentar, o que revela a resiliência do varejo de supermercados à crise.
No Estado de São Paulo, que inclui capital, litoral e a força do interior, com cidades importantes como Campinas, Bauru, Ribeirão Preto, São José dos Campos, São José do Rio Preto e Jaú, entre outras, é marcante a liderança econômica, com empresas que contribuíram com 27,8% do faturamento do setor supermercadista em 2018.
Além disso, entre os 10 supermercadistas líderes do ritmo de inaugurações em 2018, nenhuma rede tem mais que 40 lojas, sinalizando o vigor dos negócios regionais, muitos deles constituídos por empresas familiares, que desde sempre praticaram maior proximidade e trato personalizado, e que, agora, precisam também investir em uma melhor experiência do consumidor.
Em se tratando de empresas familiares brasileiras, a maioria (70%) está confiante sobre a situação econômica do próprio negócio nos próximos três anos. O dado é da pesquisa “Retratos de família”, conduzida por KPMG e Fundação Dom Cabral com 217 empresas familiares de 19 estados do Brasil.
Outro dado relevante é que o Sudeste é a região preferida das empresas familiares brasileiras que planejam expandir seus negócios nos próximos três anos, tendo sido citada por 44% dos entrevistados destas organizações, uma evolução já que o Sudeste atingiu 34% das preferências em 2017 e apenas 2% em 2016.
Esta pesquisa também revelou, sobre o item expansão geográfica, que em 2016 apenas 27% pretendiam atuar fora das atuais localidades, índice que saltou para 75% na última edição da pesquisa, sendo consideradas mais atrativas as regiões Sudeste (44%), Nordeste (29%) e Centro-Oeste (29%), seguidas pelas regiões Sul (24%) e Norte (16%).
Para que que o consumo continue sendo relevante para a economia brasileira e o varejo impulsione o desenvolvimento regional, os grupos varejistas precisam continuar a investir em inovação, tecnologia e treinamento da equipe. Em um mundo altamente competitivo e globalizado, antecipar tendências e criar experiências personalizadas fará cada vez mais diferença para fidelizar clientes e alavancar negócios.